Chef corta cabeça de cobra fora e é morto ao ser picado 20 minutos depois

O animal estava morto, mas seu corpo fez um movimento de reflexo. Foto: Reprodução/Danny S./via UOL
Um chef de cozinha morreu após ser picado pela cabeça decepada de uma cobra venenosa enquanto limpava sua estação de trabalho, em Guangdong, na China. Ele preparava uma sopa com o réptil e tinha cortado a cabeça fora para aproveitar a carne do restante de seu corpo, mas quando estava jogando fora as sobras de material, se surpreendeu ao ser mordido e envenenado. As informações são do portal UOL notícias.

O homem identificado como Peng Fan trabalhava na cidade de Foshan. A cobra em questão era uma indochinesa cuspideira e a cabeça só estava sendo levada ao lixo 20 minutos após ter sido cortada fora, durante o preparo do prato, segundo o veículo britânico Daily Star.

O veneno causou rapidamente paralisia e asfixia e não houve tempo para qualquer socorro. Cobras e outros répteis podem ter movimentos de reflexo por até uma hora após serem mortos.

Lin Sun, um cliente que estava presente no restaurante no momento da morte, contou ao veículo que estava celebrando o aniversário da esposa. "Não sabíamos o que estava acontecendo, mas ouvíamos gritos vindos da cozinha. Ligaram para um médico, mas infelizmente quando o atendimento chegou, o homem já havia morrido", lembra. "Depois que soubemos [do falecimento], não continuamos com nossa refeição."

A história, que praticamente virou uma lenda urbana, voltou a ganhar força esta semana na Europa após ser recontada por James Wills, do Daily Star, que confirmou a ocorrência, registrada em 2014. A ideia dele era evidenciar que nas últimas sete décadas, morreram 60 vezes mais pessoas no Reino Unido por ataques de abelhas e vespas que por picada de cobras.

A iguaria faz parte da tradição culinária chinesa há séculos. Acredita-se que haja uma série de benefícios medicinais associados ao prato, que, dizem, tem gosto semelhante ao frango.

Willians Fernandes

Formado em Agronomia pela Universidade Federal do Cariri (UFCA), é entusiasta da inovação, da inteligência artificial, da ciência e do desenvolvimento tecnológico. Interessado em explorar novos conhecimentos e compartilhar informações de maneira acessível, atua como autor no Mago do Código e no Gato Laranja, abordando temas que vão da tecnologia e dos games, às curiosidades e à ciência. Seu objetivo é conectar conhecimento e criatividade para tornar a informação mais clara, interessante e acessível a todos.

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